Falando à imprensa, o responsável lembrou que este auxílio à imigração ilegal acontece numa altura em que as fronteiras terrestres, marítimas e aéreas de Angola continuam encerradas, por conta da pandemia da Covid-19.
Explicou que os imigrantes ilegais fazem-se passar por pescadores artesanais a bordo das embarcações nacionais, como forma de ludibriar as autoridades policiais que patrulham a fronteira fluvial que delimita o município do Soyo com a localidade de Mwanda (RDC).
Segundo disse, de Abril até a presente data, 20 cidadãos da RDC foram interpelados e detidos pelas autoridades policiais angolanas quando tentavam infiltrar-se no território nacional com a cumplicidade de pescadores nacionais.
O administrador municipal adjunto do Soyo reiterou o pedido aos munícipes para que denunciem estas e outras práticas que atentem contra a soberania nacional e saúde pública das populações nesta fase da Covid-19.
O município do Soyo, que partilha uma vasta fronteira fluvial com a RDC, regista, até a presente data, 19 casos positivos confirmados da Covid-19, todos de transmissão local.


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